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Os FIDCs são uma boa alternativa de diversificação

Publicado em quarta-feira, 7/out/2020 - 08:00
Valor Econômico

Jornal Valor Econômico

Sob o título “Os FIDCs são uma boa alternativa de diversificação”, o portal Valor Investe, do jornal Valor Econômico, traz um artigo assinado pelo professor universitário e especialista em fundos de investimento, Hudson Bessa, que trata sobre o processo de desbancarização dos investimentos e, como os FIDCs surgem como opção interessante nesse processo.

O artigo discorre sobre o que é um FIDC e sobre a transformação de mercado e baixo risco que ele apresenta, se transformando assim numa alternativa bastante interessante ao investidor que busca diversificação de sua carteira. “A manutenção das taxas de juros em patamares baixos, não necessariamente os 2% ao ano atuais, tende a tornar o produto mais atraente e a despertar o interesse dos investidores.

Por ora, parece que os investidores caminharam tão rápido para as ações que não puderam perceber que o crédito privado é uma boa alternativa de diversificação”, explica o articulista.

Veja a íntegra do artigo no link: https://valorinveste.globo.com/blogs/hudson-bessa/coluna/os-fidcs-sao-uma-boa-alterativa-de-diversificacao.ghtml

ANFIDC em destaque no blog do Trevys

Publicado em terça-feira, 6/out/2020 - 08:00
Trevys

O blog Trevys conversou com o presidente da Associação, Luis Eduardo da Costa Carvalho, sobre o mercado de FIDCs. A entrevista foi dividida em dois posts. O primeiro sob o título “Tecnológicos, ágeis e simples, FIDCs se tornam essenciais para movimentar economia” e, o segundo sob o título “Para presidente da Anfidc, desempenho dos FIDCs minimizam efeitos causados pela crise da Covid-19.”

Nos links abaixo você tem a íntegra dos textos:

https://trevys.com.br/2020/10/06/para-presidente-da-anfidc-desempenho-dos-fidcs-minimizam-efeitos-causados-pela-crise-da-covid-19/

https://trevys.com.br/2020/10/13/tecnologicas-ageis-e-simples-fidcs-se-tornam-essenciais-para-movimentar-economia/

FIDC volta a liberar crédito para pequenas empresas

Publicado em quarta-feira, 9/set/2020 - 08:00
Valor Econômico

O jornal Valor Econômico trouxe matéria no último dia 9 de setembro, produzida a partir de dados da consultoria Uqbar, que apontava que, “depois de segurar recursos na fase aguda da crise, os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) que financiam as pequenas e médias empresas estão voltando a liberar dinheiro para esse perfil de negócio”.

A reportagem mostrou que o setor de FIDCs Multicedentes e Multissacados sofreu pouco durante o momento mais tenso da pandemia no mercado financeiro. A matéria trouxe alguns dados do setor, com última atualização em julho, apontando que alguns administradores e gestores desses fundos seguraram o crédito novo para se concentrar na renegociação e acompanhamento daqueles já concedidos.

FIDC pode ser opção em tempos de juros baixos

Publicado em domingo, 30/ago/2020 - 08:00
Suno Research

O portal Suno Notícias trouxe relevante entrevista com o Paulo Froes, diretor da SRM Asset, que apontou que o “FIDC pode ser opção em tempos de juros baixos”

Em formato de ‘ping pong’, a entrevista traz algumas visões interessantes e positivas para o setor. Quando perguntado “como a redução na taxa de juros está impactando o mercado de crédito, os FIDCs estão ganhando atratividade”, Paulo Froes explicou que “Se você pegar a trajetória dos FIDCs de modo geral, o produto sempre esteve presente no mercado, em momentos mais ou menos atrativos. Em 2018, 2019, quando o Brasil estava saindo da crise que começou lá em 2015, a taxa de juros estava na casa dos 8% mais ou menos e em 2019 já estava na casa dos 5%, mas o ponto é que você viveu um cenário de juros altos por muito tempo. O investidor sempre esteve muito calcado em Bolsa e títulos públicos. Antes da crise, em um cenário de redução de taxa de juros, o spread de crédito acompanhou o mesmo movimento. Apenas um percentual do CDI deixou de ser atrativo e hoje você fala de CDI mais alguma coisa e isso o FIDC pode oferecer”.

Saindo do forno

Publicado em quarta-feira, 19/ago/2020 - 08:00

A coluna Capital, dos jornalistas Rennan Setti e Mariana Barbosa, publicada no jornal O Globo destaca o lançamento de um FIDC de R$ 300 milhões. A estruturação é da gestora Empírica e a Galápagos.

O FIDC Santa Cruz Capital nasce com foco nos pequenos fornecedores de grandes companhias, a começar pelos setores de automobilístico e supermercadista. A estimativa é que o fundo atinja esse valor no seu primeiro ano de operação.

R$ 1 trilhão nos próximos três anos

Publicado em sexta-feira, 7/ago/2020 - 08:00
Valor Econômico

Em matéria publicada no portal Valor Investe, foi declarado que: "o mercado de fundos alternativos pode bater R$ 1 trilhão nos próximos três anos." De acordo com publicação, os FIDCs, FIPs e Fundos Imobiliários estão crescendo exponencialmente nos últimos meses.

Esse movimento atualmente é puxado pela redução da Selic, que cria um cenário de maior tomada de risco pelos investimentos. Outra questão que corrobora para esse crescimento no futuro é a possibilidade que a CVM está colocando de abrir os investimentos em FIDCs para pessoas físicas.

BNDES pré-seleciona 12 propostas de fundos de crédito para micro e pequenas empresas

Publicado em segunda-feira, 3/ago/2020 - 08:00

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pré-selecionou 12 propostas em sua chamada pública para FIDCs com foco em micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais. Dessa seleção inicial, dez devem ser contratadas, sendo boa parte delas para fundos originadores.

De acordo com o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto, Bruno Laskowsky, a medida é muito relevante neste momento de crise. Ele também destacou a importância dos FIDCs neste contexto. “O BNDES está ativamente buscando iniciativas para melhorar a economia do país.

A iniciativa dos FIDCs é uma inovação e ela vai neste contexto. Ela tem uma aplicação neste momento mais crítico da economia, mas veio para ficar. Com ela, sinalizamos que a ampliação de nossos canais de acesso ao crédito faz parte da estratégia do Banco e estamos muito felizes com a repercussão que esse movimento dos FIDCs trouxe ao mercado”, declarou.

ANFIDC é destaque no portal EQI

Publicado em segunda-feira, 3/ago/2020 - 08:00

ANFIDC é destaque no portal Eu Quero Investir. O portal que tem como foco conteúdos sobre investimentos e, neste mês fez uma abordagem sobre FIDCs.

Com o tema “FIDC: Renda fixa para quem tem mais de R$ 1 milhão”, o texto aborda didaticamente o que é um FIDC, como investir nesta modalidade de fundos e quais são os prós e contras. Na oportunidade, o presidente Luis Eduardo da Costa Carvalho, fala sobre a rentabilidade que a modalidade atinge, pela diversificação em suas carteiras.

Com saída de R$ 95,2 bilhões da renda fixa, indústria de fundos fecha o semestre com resgate de R$ 16,2 bilhões

Publicado em quarta-feira, 8/jul/2020 - 08:00

Em julho o portal Infomoney trouxe uma matéria sobre o balanço do primeiro semestre deste ano da indústria de fundos. Segundo a reportagem, a indústria de fundos de investimento teve resgate líquido de R$ 16,2 bilhões no primeiro semestre de 2020. A matéria foi produzida de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Os dados mostraram que o resultado se deve às saídas de R$ 95,2 bilhões dos fundos de renda fixa e de R$ 17,4 bilhões, dos de Direito Creditório (FIDC). Os resgates foram apenas parcialmente compensados pela entrada de R$ 49,5 bilhões em fundos de ações e de R$ 30,9 bilhões, nos multimercados. Ainda segundo a matéria, no caso dos FIDCs, Carlos André, vice-presidente da Anbima, explicou que o resgate decorre em grande medida de um caso pontual, de um grande fundo da indústria, o que gera distorções na fotografia da classe e, não aponta uma tendência de mercado.

B3 abre listagem para fundo de infra

Publicado em segunda-feira, 6/jul/2020 - 15:16
Valor Econômico

O jornal Valor Econômico publicou uma matéria trazendo a novidade que a B3 passará a listar fundos de investimentos de infraestrutura (FI-Infra) e de recebíveis (FIDC). As cotas ficarão disponíveis para negociação tal como ocorre com ações e fundos imobiliários. Ainda segundo a matéria, os FIDCs, antes só disponíveis em negociação de balcão, passam para o ambiente bolsa, e com um ticker (código) menor, padronizado, de seis caracteres, em vez dos 12 do sistema antigo. O segmento como um todo reúne um patrimônio de R$ 184,2 bilhões, segundo a Anbima.

Com base na entrevista de Marielle Brugnari, gerente de produtos “cash equities” da B3, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revisa as regras da modalidade e pode permitir, sob certas condições, o alcance para o público de varejo. As negociações de cotas na B3 preparam o terreno para isso também. Atualmente, só investidores qualificados, com mais de R$ 1 milhão em patrimônio financeiro, ou profissionais, com mais de R$ 10 milhões, é que podem adquirir cotas de FIDC.