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Saindo do forno

Publicado em quarta-feira, 19/ago/2020 - 08:00

A coluna Capital, dos jornalistas Rennan Setti e Mariana Barbosa, publicada no jornal O Globo destaca o lançamento de um FIDC de R$ 300 milhões. A estruturação é da gestora Empírica e a Galápagos.

O FIDC Santa Cruz Capital nasce com foco nos pequenos fornecedores de grandes companhias, a começar pelos setores de automobilístico e supermercadista. A estimativa é que o fundo atinja esse valor no seu primeiro ano de operação.

R$ 1 trilhão nos próximos três anos

Publicado em sexta-feira, 7/ago/2020 - 08:00
Valor Econômico

Em matéria publicada no portal Valor Investe, foi declarado que: "o mercado de fundos alternativos pode bater R$ 1 trilhão nos próximos três anos." De acordo com publicação, os FIDCs, FIPs e Fundos Imobiliários estão crescendo exponencialmente nos últimos meses.

Esse movimento atualmente é puxado pela redução da Selic, que cria um cenário de maior tomada de risco pelos investimentos. Outra questão que corrobora para esse crescimento no futuro é a possibilidade que a CVM está colocando de abrir os investimentos em FIDCs para pessoas físicas.

BNDES pré-seleciona 12 propostas de fundos de crédito para micro e pequenas empresas

Publicado em segunda-feira, 3/ago/2020 - 08:00

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pré-selecionou 12 propostas em sua chamada pública para FIDCs com foco em micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais. Dessa seleção inicial, dez devem ser contratadas, sendo boa parte delas para fundos originadores.

De acordo com o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto, Bruno Laskowsky, a medida é muito relevante neste momento de crise. Ele também destacou a importância dos FIDCs neste contexto. “O BNDES está ativamente buscando iniciativas para melhorar a economia do país.

A iniciativa dos FIDCs é uma inovação e ela vai neste contexto. Ela tem uma aplicação neste momento mais crítico da economia, mas veio para ficar. Com ela, sinalizamos que a ampliação de nossos canais de acesso ao crédito faz parte da estratégia do Banco e estamos muito felizes com a repercussão que esse movimento dos FIDCs trouxe ao mercado”, declarou.

ANFIDC é destaque no portal EQI

Publicado em segunda-feira, 3/ago/2020 - 08:00

ANFIDC é destaque no portal Eu Quero Investir. O portal que tem como foco conteúdos sobre investimentos e, neste mês fez uma abordagem sobre FIDCs.

Com o tema “FIDC: Renda fixa para quem tem mais de R$ 1 milhão”, o texto aborda didaticamente o que é um FIDC, como investir nesta modalidade de fundos e quais são os prós e contras. Na oportunidade, o presidente Luis Eduardo da Costa Carvalho, fala sobre a rentabilidade que a modalidade atinge, pela diversificação em suas carteiras.

Com saída de R$ 95,2 bilhões da renda fixa, indústria de fundos fecha o semestre com resgate de R$ 16,2 bilhões

Publicado em quarta-feira, 8/jul/2020 - 08:00

Em julho o portal Infomoney trouxe uma matéria sobre o balanço do primeiro semestre deste ano da indústria de fundos. Segundo a reportagem, a indústria de fundos de investimento teve resgate líquido de R$ 16,2 bilhões no primeiro semestre de 2020. A matéria foi produzida de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Os dados mostraram que o resultado se deve às saídas de R$ 95,2 bilhões dos fundos de renda fixa e de R$ 17,4 bilhões, dos de Direito Creditório (FIDC). Os resgates foram apenas parcialmente compensados pela entrada de R$ 49,5 bilhões em fundos de ações e de R$ 30,9 bilhões, nos multimercados. Ainda segundo a matéria, no caso dos FIDCs, Carlos André, vice-presidente da Anbima, explicou que o resgate decorre em grande medida de um caso pontual, de um grande fundo da indústria, o que gera distorções na fotografia da classe e, não aponta uma tendência de mercado.

B3 abre listagem para fundo de infra

Publicado em segunda-feira, 6/jul/2020 - 15:16
Valor Econômico

O jornal Valor Econômico publicou uma matéria trazendo a novidade que a B3 passará a listar fundos de investimentos de infraestrutura (FI-Infra) e de recebíveis (FIDC). As cotas ficarão disponíveis para negociação tal como ocorre com ações e fundos imobiliários. Ainda segundo a matéria, os FIDCs, antes só disponíveis em negociação de balcão, passam para o ambiente bolsa, e com um ticker (código) menor, padronizado, de seis caracteres, em vez dos 12 do sistema antigo. O segmento como um todo reúne um patrimônio de R$ 184,2 bilhões, segundo a Anbima.

Com base na entrevista de Marielle Brugnari, gerente de produtos “cash equities” da B3, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revisa as regras da modalidade e pode permitir, sob certas condições, o alcance para o público de varejo. As negociações de cotas na B3 preparam o terreno para isso também. Atualmente, só investidores qualificados, com mais de R$ 1 milhão em patrimônio financeiro, ou profissionais, com mais de R$ 10 milhões, é que podem adquirir cotas de FIDC.

Justiça de MG impede que FIDCs negativem clientes de recuperanda que não foram notificados da cessão de crédito

Publicado em sexta-feira, 3/jul/2020 - 08:00

O portal Migalhas publicou matéria sobre uma decisão mineira contra a categoria. A matéria trouxe a decisão da 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte/MG, que deferiu pedido de antecipação de tutela para determinar que FIDCs - Fundos de Investimentos em Direito Creditórios se abstenham de negativar, protestar ou tomar qualquer medida contra clientes de empresa em recuperação judicial, devedores originais dos créditos cedidos, sob a premissa de que esses devedores não foram notificados da cessão dos créditos aos FIDCs e já pagaram a seu credor original.

A juíza de Direito Cláudia Helena Batista disse que em análise aos documentos apresentados nos autos observa-se que os créditos objeto dos contratos celebrados, pagos pelos devedores diretamente à recuperanda e que deveriam ser repassados aos FIDCs,  foram inseridos na relação de credores apresentada pelas recuperandas e, não havendo impugnação, se submeterão aos efeitos da recuperação judicial em todos os termos.

Bolsonaro veta suspensão de cadastro negativo durante pandemia

Publicado em quarta-feira, 1/jul/2020 - 08:00

Logo no primeiro dia de julho, a Agência Senado trouxe matéria sobre o veto do presidente Jair Bolsonaro sobre o projeto de lei (PL 675/2020) que proíbe a inscrição de consumidores inadimplentes em cadastros negativos durante o estado de calamidade devido à pandemia do coronavírus. A proposta suspendia por 90 dias a inscrição em bancos de informação como o Serasa e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) registrada após 20 de março de 2020, ou seja, que estivesse relacionada aos impactos econômicos provocados por medidas de isolamento adotadas no combate à covid-19.

De acordo com a matéria, o veto se justifica, segundo o Executivo, porque a proposta geraria insegurança jurídica ao possibilitar a revisão de atos e relações jurídicas já consolidadas em potencial ofensa à garantia constitucional do ato jurídico perfeito previsto na Constituição. Ainda segundo a justificativa de veto, a medida contrariaria o interesse público pois poderia prejudicar o funcionamento do mercado de crédito e a eficiência dos sistemas de registro.

Além disso, a Presidência da República afirmou que a proposta promoveria um incentivo ao inadimplemento e permitiria o superendividamento. A matéria foi produzida com base na publicação do Veto no Diário Oficial, no mesmo dia primeiro de Julho.

Redução dos juros pode estimular as operações de securitização

Publicado em segunda-feira, 29/jun/2020 - 08:00
Valor Econômico

Em decorrência à crise econômica causada pela pandemia do Covid-19, o jornal Valor Econômico produziu matéria sobre as operações de securitização e as expectativas para o setor.

O presidente da ANFIDC, Luís Eduardo da Costa Carvalho, comentou sobre a falta de duplicatas eletrônicas para os fundos multicedentes e multissacados, que estão com o caixa superior à média histórica, pois devido ao distanciamento social, muitas empresas deixaram de faturar ou tiveram uma grande baixa nas vendas. De acordo com o presidente, os fundos não voltarão a fazer ofertas enquanto não aplicarem o excesso de caixa.

Turbulência em fundos de recebíveis de crédito ainda está por vir

Publicado em sexta-feira, 19/jun/2020 - 08:00
Estadão

O jornal Estado de S. Paulo realizou matéria abordando o mercado de FIDC e que ainda não mergulhou na turbulência que desestabilizou outros mercados, como o de debêntures ou ações a partir do final de março, em decorrência da pandemia do novo Covid-19.

A expectativa de alguns competidores do mercado de crédito, aqueles vencidos e não pagos, é que essa onda aconteça a partir do próximo trimestre, quando a inadimplência deve aumentar. Esses fundos terão de trazer a valor presente a taxa de retorno dos recebíveis. Um exemplo é do FIDC de clientes da Light, que seguiu remunerando à taxa de CDI mais prêmio de 2,5% no auge da turbulência dos últimos meses, enquanto sua debênture foi para CDI mais prêmio de 7%. Quanto maior o risco, mais alto é o prêmio. Na linha de frente, devem estar os fundos que têm recebíveis de pessoas físicas, cartões de crédito e pequenas empresas.